sexta-feira, 25 de julho de 2008
PAREM PARA PENSAR UM POUCO SFF
Depois de uma para uns dias de férias (15 dias), aqui estou eu novamente para vos trazer mais alguns assuntos que nos fazem pensar.
O assunto que lhes trago hoje tem a ver com o que se tem passado na Quinta da Fonte, das imagens que tivemos oportunidade de ver na televisão relacionadas com o dia dos incidentes, outras imagens que também vimos de entrevistas feitas a alguns moradores e de algumas noticias vindas nos jornais.
Tudo isto me tem feito pensar um pouco e gostaria que também o fizessem.
Hoje quando cheguei ao escritório tinha um mail na minha correspondência electrónica que me fez voltar a pensar em tudo isto e vir aqui dar conta dos meus pensamentos. No final irei transcrever o referido e-mail.
Depois daquelas cenas de tiroteio, chegamos á conclusão de que ninguém foi preso.
Porquê?
Depois ouvimos os representantes da Câmara Municipal de Loures afirmar que havia milhares de euros de rendas em atraso, sabendo nós que essas rendas andam na ordem dos 4 e 5 euros mensais.
Como é possível?
Nas entrevistas que vimos com os moradores que afirmam que as suas casas foram pilhadas, dizem faltar: LCDs, Plasmas e outras coisas das quais sabemos os preços.
Não há para a renda de 4 euros mas há para ter todas estas coisas, afinal como é?
Sabemos também que muitas destas famílias são das 335.000 que vivem com o rendimento mínimo.
Será que o merecem ter?
Tudo isto me faz pensar.
Tudo isto me faz confusão.
Tudo isto me faz crer que algo de errado se passa.
Este é o País que temos
Desculpem lá o DESABAFO
Pedro Pampulim
E-mail recebido:
Limpeza étnica
O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. "Perdi tudo!" "O que é que perdeu?" perguntou-lhe um repórter.
"Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem..." Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos auto desalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga "quatro ou cinco euros de renda mensal" pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que "até a TV e a playstation das crianças" lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam "quatro ou cinco Euros de renda" à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a "quatro ou cinco euros mensais" lhes sejam dados em zonas "onde não haja pretos". Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - "ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos." A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e auto denominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor.
O assunto que lhes trago hoje tem a ver com o que se tem passado na Quinta da Fonte, das imagens que tivemos oportunidade de ver na televisão relacionadas com o dia dos incidentes, outras imagens que também vimos de entrevistas feitas a alguns moradores e de algumas noticias vindas nos jornais.
Tudo isto me tem feito pensar um pouco e gostaria que também o fizessem.
Hoje quando cheguei ao escritório tinha um mail na minha correspondência electrónica que me fez voltar a pensar em tudo isto e vir aqui dar conta dos meus pensamentos. No final irei transcrever o referido e-mail.
Depois daquelas cenas de tiroteio, chegamos á conclusão de que ninguém foi preso.
Porquê?
Depois ouvimos os representantes da Câmara Municipal de Loures afirmar que havia milhares de euros de rendas em atraso, sabendo nós que essas rendas andam na ordem dos 4 e 5 euros mensais.
Como é possível?
Nas entrevistas que vimos com os moradores que afirmam que as suas casas foram pilhadas, dizem faltar: LCDs, Plasmas e outras coisas das quais sabemos os preços.
Não há para a renda de 4 euros mas há para ter todas estas coisas, afinal como é?
Sabemos também que muitas destas famílias são das 335.000 que vivem com o rendimento mínimo.
Será que o merecem ter?
Tudo isto me faz pensar.
Tudo isto me faz confusão.
Tudo isto me faz crer que algo de errado se passa.
Este é o País que temos
Desculpem lá o DESABAFO
Pedro Pampulim
E-mail recebido:
Limpeza étnica
O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. "Perdi tudo!" "O que é que perdeu?" perguntou-lhe um repórter.
"Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem..." Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos auto desalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga "quatro ou cinco euros de renda mensal" pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que "até a TV e a playstation das crianças" lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam "quatro ou cinco Euros de renda" à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a "quatro ou cinco euros mensais" lhes sejam dados em zonas "onde não haja pretos". Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - "ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos." A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e auto denominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor.
sábado, 21 de junho de 2008
DEVEMOS PENSAR BEM NISTO
DEVEMOS PENSAR BEM NISTO.
Esta é a verdade e cabe-nos a nós mudarmos esta tendência.
Gostava de ter tido a sabedoria para ter escrito o texto que segue abaixo.
Eduardo Prado Coelho, antes de falecer, teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, por isso façam uma leitura atenta.
Sei que o texto é extenso, mas lê-se facilmente, e também sei que muitos portugueses nem são muito dados a leituras mas, vale a pena ler (é a minha opinião!).
Cada um que interprete como bem entender...
ATREVE-TE A LER, OUSA REFLECTIR, SE TIVERES CORAGEM:
Precisa-se de matéria prima para construir um País
Eduardo Prado Coelho - in Público
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.
O problema está em nós.
Nós como povo.
Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ....e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país:
- Onde a falta de pontualidade é um hábito;
- Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano;
- Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos;
- Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros;
- Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória política, histórica nem económica;
- Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame;
- Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar;
- Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão;
- Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes;
- Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado;
- Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não.
Já basta.
Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?
Aqui faz falta outra coisa.
E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente abusados!
É muito bom ser português. Mas quando essa Portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um Messias.
Nós temos que mudar.
Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.
AÍ ESTÁ.
NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa?....
MEDITE!
EDUARDO PRADO COELHO
Este é o País que temos
Desculpem o DESABAFO
Pedro Pampulim
Esta é a verdade e cabe-nos a nós mudarmos esta tendência.
Gostava de ter tido a sabedoria para ter escrito o texto que segue abaixo.
Eduardo Prado Coelho, antes de falecer, teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, por isso façam uma leitura atenta.
Sei que o texto é extenso, mas lê-se facilmente, e também sei que muitos portugueses nem são muito dados a leituras mas, vale a pena ler (é a minha opinião!).
Cada um que interprete como bem entender...
ATREVE-TE A LER, OUSA REFLECTIR, SE TIVERES CORAGEM:
Precisa-se de matéria prima para construir um País
Eduardo Prado Coelho - in Público
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.
O problema está em nós.
Nós como povo.
Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ....e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país:
- Onde a falta de pontualidade é um hábito;
- Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano;
- Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos;
- Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros;
- Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória política, histórica nem económica;
- Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame;
- Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar;
- Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão;
- Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes;
- Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado;
- Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não.
Já basta.
Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?
Aqui faz falta outra coisa.
E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente abusados!
É muito bom ser português. Mas quando essa Portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um Messias.
Nós temos que mudar.
Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.
AÍ ESTÁ.
NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa?....
MEDITE!
EDUARDO PRADO COELHO
Este é o País que temos
Desculpem o DESABAFO
Pedro Pampulim
quinta-feira, 19 de junho de 2008
É IMPRESSIONANTE
Talvez umas duas ou três semanas atrás fui ao mercado da Lourinhã para comprar peixe na banca do costume. A senhora já me conhece e falamos sobre as mais variadas coisas.
Como não pode deixar de ser no Portugal de hoje, ou se fala da nossa Selecção ou se fala dos problemas que quase todos atravessamos hoje em dia.
Nesse dia falámos dos problemas dos pescadores, do preço do gasóleo etc...etc...etc...
Disse-me então a senhora que os pescadores estavam indignados pois o preço do gasóleo que eles utilizam é o mesmo que o que é utilizado pelos proprietários dos barcos de recreio (veleiros, iates, etc...).
Na altura fiquei a pensar nesse assunto e sem dizer nada achei que talvez não fosse verdade, talvez fosse um pouco de exagero da parte dela.
Pois é, afinal parece que é mesmo verdade.
Hoje de manhã quando saí de casa e liguei o rádio do carro na RFM como é habitual, ouvi as noticias. E não é que uma das noticias era sobre esse assunto.
Diziam então que o Senhor Ministro ia analisar a situação do gasóleo utilizado pelos iates e veleiros para ver se aquele gasóleo estava a ser utilizado nas embarcações com fins comerciais ou não. Era mais ou menos isto.
Quando cheguei ao escritório e liguei o computador, fui ver os e-mails recebidos. Lá estava um, enviado por uma pessoa da minha família e que falava sobre esse mesmo assunto.
Segundo ele, o gasóleo utilizado pelos proprietários dessas embarcações custa € 0,80 tal como o utilizado pelos pescadores.
É IMPRESSIONANTE
Eu e milhares de Portugueses como eu que utilizamos o nosso carro para ir trabalhar ou mesmo como ferramenta de trabalho como o meu caso, temos que pagar o gasóleo a €1,42 e os "senhores" e os "meninos" que andam a passear e a brincar pagam o mesmo gasóleo a € 0,80.
Para além de IMPRESSIONANTE, é uma VERGONHA e uma AFRONTA
Nem faço mais comentários porque iriam ser tão desagradáveis que não me vou atrever a fazê-lo aqui.
Só nos resta mesmo que a Selecção Portuguesa de Futebol ganhe hoje á Alemanha para passarmos á fase seguinte e para ver se temos mais umas alegrias
Este é o País que temos
Desculpem lá o DESABAFO
Pedro Pampulim
Como não pode deixar de ser no Portugal de hoje, ou se fala da nossa Selecção ou se fala dos problemas que quase todos atravessamos hoje em dia.
Nesse dia falámos dos problemas dos pescadores, do preço do gasóleo etc...etc...etc...
Disse-me então a senhora que os pescadores estavam indignados pois o preço do gasóleo que eles utilizam é o mesmo que o que é utilizado pelos proprietários dos barcos de recreio (veleiros, iates, etc...).
Na altura fiquei a pensar nesse assunto e sem dizer nada achei que talvez não fosse verdade, talvez fosse um pouco de exagero da parte dela.
Pois é, afinal parece que é mesmo verdade.
Hoje de manhã quando saí de casa e liguei o rádio do carro na RFM como é habitual, ouvi as noticias. E não é que uma das noticias era sobre esse assunto.
Diziam então que o Senhor Ministro ia analisar a situação do gasóleo utilizado pelos iates e veleiros para ver se aquele gasóleo estava a ser utilizado nas embarcações com fins comerciais ou não. Era mais ou menos isto.
Quando cheguei ao escritório e liguei o computador, fui ver os e-mails recebidos. Lá estava um, enviado por uma pessoa da minha família e que falava sobre esse mesmo assunto.
Segundo ele, o gasóleo utilizado pelos proprietários dessas embarcações custa € 0,80 tal como o utilizado pelos pescadores.
É IMPRESSIONANTE
Eu e milhares de Portugueses como eu que utilizamos o nosso carro para ir trabalhar ou mesmo como ferramenta de trabalho como o meu caso, temos que pagar o gasóleo a €1,42 e os "senhores" e os "meninos" que andam a passear e a brincar pagam o mesmo gasóleo a € 0,80.
Para além de IMPRESSIONANTE, é uma VERGONHA e uma AFRONTA
Nem faço mais comentários porque iriam ser tão desagradáveis que não me vou atrever a fazê-lo aqui.
Só nos resta mesmo que a Selecção Portuguesa de Futebol ganhe hoje á Alemanha para passarmos á fase seguinte e para ver se temos mais umas alegrias
Este é o País que temos
Desculpem lá o DESABAFO
Pedro Pampulim
sexta-feira, 13 de junho de 2008
ISTO É UMA VERGONHA
Gostava muito de não estar sempre a falar das mesmas coisas, mas na realidade é muito difícil.
Viveram-se nos últimos dias momentos de grande confusão que eu não quero comentar neste momento.
Uma das situações mais graves, foi a falta de combustíveis que prejudicou muito boa gente.
O que eu quero aqui comentar neste momento é a atitude que a GALP teve assim que soube que os transportadores iriam começar a rolar.
Lembro que nos postos da GALP á altura em que começou esta situação o gasóleo estava a 1,41.
Pois os "senhores" da GALP assim que souberam o resultado do encontro da Batalha resolveram nessa mesma noite aumentar os combustíveis, passando o gasóleo para 1,42.
O que é que estes "senhores"estão a pedir?
O que é que o Governo está á espera para tomar medidas?
Até quando teremos que suportar estas situações?
Tenho consciência de que não são assuntos de fácil resolução, mas se houvesse vontade política por parte dos nossos governantes que se fartam de dizer que são Socialistas, que dizem ser de esquerda e que criticam a direita, tudo estaria bem melhor e quando digo tudo seria mesmo tudo: A saúde, a educação, a agricultura, as pescas, a segurança social, o desemprego, a precariedade dos empregos etc...etc...etc...etc...
Este é o País que temos
Desculpem o DESABAFO
Pedro Pampulim
Viveram-se nos últimos dias momentos de grande confusão que eu não quero comentar neste momento.
Uma das situações mais graves, foi a falta de combustíveis que prejudicou muito boa gente.
O que eu quero aqui comentar neste momento é a atitude que a GALP teve assim que soube que os transportadores iriam começar a rolar.
Lembro que nos postos da GALP á altura em que começou esta situação o gasóleo estava a 1,41.
Pois os "senhores" da GALP assim que souberam o resultado do encontro da Batalha resolveram nessa mesma noite aumentar os combustíveis, passando o gasóleo para 1,42.
O que é que estes "senhores"estão a pedir?
O que é que o Governo está á espera para tomar medidas?
Até quando teremos que suportar estas situações?
Tenho consciência de que não são assuntos de fácil resolução, mas se houvesse vontade política por parte dos nossos governantes que se fartam de dizer que são Socialistas, que dizem ser de esquerda e que criticam a direita, tudo estaria bem melhor e quando digo tudo seria mesmo tudo: A saúde, a educação, a agricultura, as pescas, a segurança social, o desemprego, a precariedade dos empregos etc...etc...etc...etc...
Este é o País que temos
Desculpem o DESABAFO
Pedro Pampulim
quarta-feira, 11 de junho de 2008
FALHAS GRAVES

Por vezes, ao falarmos, utilizamos expressões menos próprias. Umas que já se usaram e agora não, mas que todos compreendemos e aceitamos outras que com o passar dos anos e as alterações na história do nosso País não se devem usar porque se tratam de erros graves e que até podem ser mal interpretados e ofender algumas pessoas.
Podemos ter como exemplo expressões como:
Ultramar Português, Províncias Ultramarinas ou até o feriado de 10 de Junho que antes do 25 de Abril era chamado de Dia de Camões, da Raça e de Portugal e que por motivos óbvios passou a ser chamado apenas e só Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Podemos ter como exemplo expressões como:
Ultramar Português, Províncias Ultramarinas ou até o feriado de 10 de Junho que antes do 25 de Abril era chamado de Dia de Camões, da Raça e de Portugal e que por motivos óbvios passou a ser chamado apenas e só Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Portanto devemos ter algum cuidado quando falamos.
Principalmente quando se tratam de pessoas com cargos públicos e ou políticos e que se dirigem ao País.
Senhor Presidente da República, com todo o respeito que tenho pelos mais altos cargos deste meu País e por V. Exª, não posso deixar de lhe fazer este reparo, Dia da Raça NÃO por favor, isso era no tempo do Salazarismo que felizmente acabou com a revolução do 25 de Abril de 1974.
Estou certo de que, como Presidente de todos os Portugueses como V. Exª faz questão de afirmar, numa próxima ocasião terá o cuidado de não utilizar esta expressão.
Este é o País que temos
Desculpem lá o DESABAFO
Pedro Pampulim
sexta-feira, 30 de maio de 2008
SESSÃO / FESTA
Esquerdas criticam situação social e convocam sessão/festa
Manuel Alegre, alguns dirigentes históricos do Partido Socialista e o Bloco de Esquerda tornaram pública uma declaração de crítica às políticas do governo de José Sócrates na área social, e de compromisso de falar claro "contra o pensamento único, a injustiça e a desigualdade".
O apelo conjunto, com 85 assinaturas, convoca para uma
Sessão/festa com intervenções de Manuel Alegre, José Soeiro, Isabel Allegro de Magalhães
e música dos Rádio Macau, Terrakota e António M Ribeiro
Terça-feira, dia 3 de Junho, 21h30, Teatro da Trindade - Lisboa
Apelo
O 25 de Abril e o 1º de Maio de 1974 ficaram para sempre associados ao imaginário da liberdade e da democracia. Continuam a ser uma referência e uma inspiração. Trinta e quatro anos volvidos, apesar do muito que Portugal mudou, o ambiente não é propriamente de festa. Novas e gritantes desigualdades, cerca de dois milhões de portugueses em risco de pobreza, aumento do desemprego e da precariedade, deficiências em serviços públicos essenciais, como na saúde e na educação. Os rendimentos dos 20 por cento que têm mais são sete vezes superiores aos dos 20 por cento que têm menos.A corrupção e a promiscuidade entre diferentes poderes criaram no país um clima de suspeição que mina a confiança no Estado democrático.Numa democracia moderna, os direitos políticos são inseparáveis dos direitos sociais. Se estes recuam, a democracia fica diminuída. O grande défice português é o défice social, um défice de confiança e de esperança.O compromisso do 25 de Abril exige que se restaurem as metas sociais consagradas na Constituição da República. E exige também uma crescente cidadania contra a insegurança, contra as desigualdades, por mais e melhor democracia.Não podemos, por outro lado, ignorar a persistência de uma política de agressão, bem como as repetidas violações do direito internacional e dos direitos humanos. Bagdad, Abu-Ghraib e Guantánamo são os novos símbolos da vergonha. Não se constroi a paz com a guerra. Nem se defende a democracia pondo em causa os seus princípios. E por isso, hoje como ontem, é preciso lutar pelos valores da Paz e pelos Direitos Humanos.Não nos resignamos perante as dificuldades. Como escreveu Miguel Torga – “Temos nas nossas mãos / o terrível poder de recusar.” Mas também o poder de afirmar e de dar vida à democracia.Os que nos juntamos neste apelo, vindos de sensibilidades e experiências diferentes, partilhamos os valores essenciais da esquerda em nome dessa exigência. É tempo de buscar os diálogos abertos e o sentido de responsabilidade democrática que têm de se impor contra o pensamento único, a injustiça e a desigualdade.
Manuel Alegre - deputado e escritor; Isabel Allegro Magalhães - professora universitária; José Soeiro - deputado; Abílio Hernandez - professor universitário; Acácio Alferes - engenheiro; Albano Silva - professor; Albino Bárbara - funcionário público; Alexandre Azevedo Pinto - economista, docente universitário; Alfredo Assunção - general, militar de Abril; Alípio Melo - médico; Ana Aleixo - médica; Ana Luísa Amaral - escritora; António Manuel Ribeiro - músico; António Marçal - sindicalista; António Neto Brandão - advogado; António Nóvoa - professor universitário; António Travanca - professor universitário; Augusto Valente - major general, militar de Abril; Camilo Mortágua - resistente; Carlos Alegria - médico; Carlos Brito - ex-deputado; Carlos Cunha - engenheiro; Carlos Sá Furtado - professor universitário; Carolina Tito de Morais - médica; Carreira Marques - ex-autarca; Cipriano Justo - médico; Cláudio Torres - arqueólogo; David Ferreira - editor; Dinis Cortes - médico; Edmundo Pedro - resistente, ex-deputado; Eduardo Milheiro - empresário; Elísio Estanque - professor universitário; Ernesto Rodrigues - escritor; Eunice Castro - sindicalista; Fátima Grácio - dirigente associativa; Francisco Fanhais - músico e professor; Francisco Louça - deputado; Francisco Simões - escultor; Helena Roseta - arquitecta, autarca; Henrique de Melo - empresário; João Correia - advogado; João Cutileiro - escultor; João Semedo - deputado; João Teixeira Lopes - professor universitário; Joaquim Sarmento - advogado, ex-deputado; Jorge Bateira - professor universitário; Jorge Leite - professor universitário; Jorge Silva - médico; José Aranda da Silva - ex-Bastonário Farmacêuticos; José Emílio Viana - dirigente associativo; José Faria e Costa - professor universitário; José Leitão - advogado, ex-deputado; José Luís Cardoso - advogado, militar de Abril; José Manuel Mendes - escritor; José Manuel Pureza - professor universitário; José Neves - fundador do PS; José Reis - professor universitário; Luís Fazenda - deputado; Luís Moita - professor universitário; Luisa Feijó - tradutora; Mafalda Durão Ferreira - reformada da função pública; Manuel Correia Fernandes - arquitecto, professor universitário; Manuel Grilo - sindicalista; Manuel Sá Couto - professor; Manuela Júdice - bibliotecária; Manuela Neto - professora universitária; Margarida Lagarto - pintora; Maria do Rosário Gama - professora; Maria José Gama - dirigente associativa; Mariana Aiveca - sindicalista; Natércia Maia - professora; Nélson de Matos - editor; Nuno Cruz David - professor universitário; Pacman - músico; Paula Marques - produtora; Paulo Fidalgo - médico; Paulo Sucena - professor; Pio Abreu - psiquiatra; Richard Zimmler - escritor; Rui Mendes - actor; Teresa Mendes - reformada da função pública; Teresa Portugal - deputada; Ulisses Garrido - sindicalista; Valter Diogo - funcionário público aposentado; Vasco Pereira da Costa - escritor, director regional da cultura;
terça-feira, 20 de maio de 2008
BOICOTE
Ontem recebi um e-mail sobre os sucessivos aumentos dos combustíveis.
E-mail esse que li com toda a atenção e ao qual não podia deixar de dar o meu apoio e de aqui o divulgar
No referido e-mail fazia-se o apelo para que nos próximos dias 1, 2 e 3 de Junho, as pessoas não abastecessem nos postos da Galp, da Bp e da Repsol, uma vez que são estes senhores que têm combinado os aumentos de preços, sugerindo que as pessoas vão abastecer aos postos que continuam a vender com preços mais baixos.
Na realidade esta situação é verdadeiramente escandalosa. Desde o principio do ano já foram feitos 20 aumentos aos preços dos combustíveis.
Na realidade já é hora de dizermos BASTA
Na realidade já é hora de se fazer alguma coisa
Diz o Governo que já pediu um inquérito.
Mas para quando teremos o resultado?
E que medidas irão ser tomadas?
Uma vez que a situação continua sem se ver uma luz ao fundo do túnel, é realmente hora de se passar á acção.
Portanto:
DIA 1, 2 E 3 DE JUNHO, PROCUREM NÃO ABASTECER NOS POSTOS DA GALP, BP E REPSOL.
Não custa nada ir abastecer noutro posto e até pode ganhar alguma coisa com isso. Lembre-se que entre os postos acima referidos e os outros chegam a existir diferenças de 6 ou 7 cêntimos por litro o que num abastecimento de 50 litros pode significar uma poupança de quase 3,50 euros.
Alguém um dia disse ... a luta continua, a vitória é certa.....
Podemos não conhecer o autor da frase
Podemos gostar ou não dessa pessoa e das suas ideias
Mas na realidade nada se consegue sem se lutar
DIAS 1, 2 E 3 DE JUNHO JORNADA DE LUTA CONTRA OS GRANDES SENHORES DA GALP, BP E REPSOL
Este é o país que temos
Desculpem lá o DESABAFO
Pedro Pampulim
E-mail esse que li com toda a atenção e ao qual não podia deixar de dar o meu apoio e de aqui o divulgar
No referido e-mail fazia-se o apelo para que nos próximos dias 1, 2 e 3 de Junho, as pessoas não abastecessem nos postos da Galp, da Bp e da Repsol, uma vez que são estes senhores que têm combinado os aumentos de preços, sugerindo que as pessoas vão abastecer aos postos que continuam a vender com preços mais baixos.
Na realidade esta situação é verdadeiramente escandalosa. Desde o principio do ano já foram feitos 20 aumentos aos preços dos combustíveis.
Na realidade já é hora de dizermos BASTA
Na realidade já é hora de se fazer alguma coisa
Diz o Governo que já pediu um inquérito.
Mas para quando teremos o resultado?
E que medidas irão ser tomadas?
Uma vez que a situação continua sem se ver uma luz ao fundo do túnel, é realmente hora de se passar á acção.
Portanto:
DIA 1, 2 E 3 DE JUNHO, PROCUREM NÃO ABASTECER NOS POSTOS DA GALP, BP E REPSOL.
Não custa nada ir abastecer noutro posto e até pode ganhar alguma coisa com isso. Lembre-se que entre os postos acima referidos e os outros chegam a existir diferenças de 6 ou 7 cêntimos por litro o que num abastecimento de 50 litros pode significar uma poupança de quase 3,50 euros.
Alguém um dia disse ... a luta continua, a vitória é certa.....
Podemos não conhecer o autor da frase
Podemos gostar ou não dessa pessoa e das suas ideias
Mas na realidade nada se consegue sem se lutar
DIAS 1, 2 E 3 DE JUNHO JORNADA DE LUTA CONTRA OS GRANDES SENHORES DA GALP, BP E REPSOL
Este é o país que temos
Desculpem lá o DESABAFO
Pedro Pampulim
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